domingo, 25 de janeiro de 2015

Não vamos tapar o sol com a peneira. Mais um policial baleado!

Cerca de 5 policiais, de diversos segmentos da segurança pública, foram vítimas de bandidos durante esse mês. Alguns tiveram suas vidas cerceadas e outros baleados que levarão consigo o trauma da violência.

Ontem mais um companheiro foi alvejado ao trocar tiros com meliantes menores no Recanto das Emas. Graças a Deus não perdeu a sua vida, mas poderia ter perdido. Um marginal foi ferido também e socorrido pelos bombeiros ao HRS (Samambaia).

É necessário entender que a crise que afeta a segurança pública de Brasília tem um revés. Desde que o antigo governo deixou de cumprir com sua palavra as classes policiais, os índices de criminalidade aumentaram dentro da capital. Proposital? Creio que não, pois os policiais estão nas ruas e trabalhando, mas aquele “plus” que sempre foi dado durante o serviço não acontece mais e, sai governo e entra governo, ninguém se preocupa com a situação.

Um policial motivado, com salário condizente e reconhecido é capaz de produzir muito à sociedade. Numa empresa da iniciativa privada, a motivação é o canal de crescimento aos olhos dos diretores, e primordialmente colocado em prática.

Infelizmente, Brasília vive o caos da insanidade política. Um governador que venceu as eleições por incompetência e problemas jurídicos de adversários, um secretário de segurança que nunca entrou dentro de um batalhão ou de uma delegacia para comandar e um bando de puxa-sacos alardeando essas autoridades como se capaz fossem de resolver os problemas da segurança pública de nossa capital. O problema é fácil de se resolver, e ao contrário do que está acontecendo em Recife, cidade piloto do PPV (Pacto Pela Vida) e que desejam implantar aqui no DF, sem valorização da mão de obra humana não haverá sucesso. Lá o plano está fracassando.

As autoridades precisam entender que o que estimula o funcionamento de uma máquina complexa como a segurança pública é a valorização de seus integrantes, do maior ao menor, e não planos e operações mirabolantes, pirotécnicos e acadêmicos que em nada contribuem na prática. O fracasso do PPV em Recife é um exemplo, onde a Polícia Civil já se recusa a trabalhar conjuntamente com a Polícia Militar.

Brasília tem cerca de 1 (um) policial para cada 180 habitantes, portanto, fácil de ser trabalhado um plano de contingência onde toda sociedade seja atendida a contento, diferentemente de Recife que tem cerca de 185 municípios, 20.303 policiais e bombeiros (2012) com um PM para cada 433 habitantes. O que falta a nossa cidade é gestão administrativa, seja em que área for.

Observo que muitos blogs defendem ferrenhamente esse governo, mas se esquecem que o policial é policial 24 horas por dia e que sua vida não tem distinção de horário de serviço ou horário de folga. Ele está sempre pronto para agir sempre que solicitado. E por ironia do destino, muitos desses blogs são administrados por policiais, alguns só com parcos anos de serviços prestados e completamente incapazes de retratar a verdadeira necessidade das casernas.

Uma coisa é certa: Policiais estão se tornando vítimas de bandidos e isso tem que ter um fim. O respeito e temor às leis parece ter acabado e necessário se faz leis mais duras sobre crimes praticados contra policiais, e aplicáveis, ou muito em breve estaremos diante de um conflito com conseqüências incalculáveis onde, com toda a certeza, a criminalidade irá perder, porque POLÍCIA é POLÍCIA!


Por Poliglota...

Recuo, Insegurança ou um verdadeiro Cabo de Guerra?

Depois de decidir dividir a Ceilândia em duas e criar mais uma administração, o governador Rodrigo Rolemberg decidiu voltar atrás após várias manifestações de moradores e entidades da cidade, inclusive a maior delas a Associação Comercial e Industrial da Celilância (ACIC).

O que nos causa temor é que as decisões acerca da divisão foram tomadas por uma composição governamental que avaliou ser “necessária” a divisão, com o aval, óbvio, do governador. O retrocesso na decisão mostra o quão frágil e discutível está a base do governo e aqueles que os apoiaram.

De um lado o Chefe da Casa Civil do DF, Helio Doyle, afirma que a decisão de dividir não tinha cunho político. De outro lado, os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Hélio José (PSD-DF) disseram ser contra a divisão e que se tivessem sido consultados não haveria a necessidade do governo passar por esse imbróglio. Tanto é que apoiaram as manifestações da população que se fortaleceram mais ainda após as falas dos senadores.
Agora uma coisa é certa: Se o governador e sua equipe tinham a absoluta certeza de que a divisão era necessária em prol da comunidade e do atual estado crítico por que passa o GDF, o fato de recuar pode ter uma conotação de insegurança, pois governo que se preocupa com o bem estar de seus governados não pode simplesmente ficar fazendo joguinhos de quem quer que seja.

Decisão tomada, prática aplicada! E que os resultados sejam apresentados, demonstrando à população que as decisões tinham razão e fundamento e eram as corretas.

Fora isso, é jogar para a platéia... Será que o governo não está vivendo internamente um verdadeiro “Cabo de Guerra?”


Por Poliglota...

sábado, 24 de janeiro de 2015

Plantão Policial


Apontado como o maior traficante de Goiás e do Entorno do Distrito Federal, Marcelo Gomes de Oliveira, 35 anos, aproveitou a liberdade concedida pela Justiça Federal para deixar o país. É o que acreditam investigadores da Polícia Civil goiana.

O Serviço de Inteligência da instituição busca pistas sobre a localização do criminoso, que está foragido, pois, menos de 24 horas após conseguir o habeas corpus, passou ter contra ele um mandado de busca e prisão expedido pelo Tribunal de Justiça de Goiás. 

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Três policiais militares ficam feridos após capotagem de carro da Rotam

Um carro da Rotam capotou na tarde desta sexta-feira (23/1) na QNL 21/23, em Taguatinga Norte. A Polícia Militar não soube informar o que causou o acidente.

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). três policiais ficaram feridos e foram conduzidos para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). O estado de saúde das vítimas é estável.

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Equipamentos antigos e falhas elétricas causaram problemas, diz Metrô

Um dos trens chegou a pegar fogo e o sistema ficou fora do ar completamente durante duas horas e meia; interferência das chuvas e da CEB está descartada

Em reunião na manhã desta sexta-feira (23/1), a diretoria do Metrô-DF concluiu que falhas mecânicas e elétricas causaram os problemas em três trens na noite anterior. Com isso, descartam-se erros da Companhia Energética de Brasília (CEB) e interferência das fortes chuvas. Para melhorar a situação, prometeu-se criar um núcleo de antecipação de crise, intensificar a manutenção e modernizar o sistema.

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Suspeito de assaltar joalheria no Sudoeste é preso

Bandidos estiveram na loja no dia anterior ao assalto. Três pessoas estão envolvidas

Um dos suspeitos de assaltar uma joalheria no Sudoeste foi preso nesta sexta-feira (23). O roubo ocorreu na última quinta-feira (22), quando dois bandidos entraram no estabelecimento localizado na quadra 301 do Sudoeste. 

A Polícia Civil prendeu Jacson Araújo Pinto, de 36 anos, em sua residência, no Paranoá. A corporação chegou até o suspeito a partir do carro utilizado na fuga no dia do crime. Jacson é o proprietário e motorista do veículo. Adriano Laurindo das Neves, de 21 anos, e um outro homem, ainda não identificado, permanecem foragidos.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Ladrões nas ruas e viaturas paradas no pátio por causa da burocracia governamental

Preparadas para pegar bandidos
São 14 viaturas da Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal que ainda estão paradas, equipados com GPS e tração nas quatro rodas, os veículos estão no pátio do Batalhão de Policiamento Rural, de Tabatinga e em Planaltina. A Polícia Militar informou á este blog, que as viaturas estão paradas por não haver contrato de manutenção dos veículos.(diz) Estamos tentando resolver o problema rapidamente, mas não informou quando os veículos estarão nas ruas. Atualmente a ronda na área rural atendida pelo Batalhão Ambiental é feita com os carros antigos. A cerimônia para a entrega das viaturas aconteceu em frente ao Palácio do Buriti. Durante a solenidade, o GDF apresentou 80 veículos, que foram distribuídos entre as guarnições da PM.

4×4 não corra a polícia não vem
Policiais do Batalhão Ambiental disseram que alguns veículos chegaram a deixar o pátio para fazer ronda, mas que a maioria nunca foi sequer ligada. O batalhão atende as áreas rurais de Planaltina, Sobradinho, Paranoá e São Sebastião. A população da área rural se queixa da falta de viaturas em patrulhamento. Os moradores dizem que a região já foi tranquila, mas que nos últimos tempos passou a ficar violenta.

Morador da cidade há 13 anos Ivan Pereira (diz) Que os assaltos acontecem a cada dia mais com frequência. Ele afirma que raramente vê uma viatura da polícia nas proximidades do comércio. (segue dizendo) está muito precário aqui não se vê polícia nas ruas, só passam por aqui no horário de almoço é que eles vêm aqui, no restante do dia ou da noite não vê nenhuma viatura fazendo rondas ostensivas.

Por: Kadu Marques - https://zamibia.wordpress.com

“PROMOÇÃO RABO DE CAVALO”: Para baixo!!!


Vocês sabiam que muitos de nossos colegas do Corpo de Bombeiros foram “PROMOVIDOS” após a publicação do Decreto 36.279 (Emergência na Saúde do DF)?

Pasmem, mas muitos colegas estão sendo convocados para serem PADIOLEIROS (carregadores de macas com doentes) no Hospital de Base e demais hospitais da Rede Pública de Saúde.

O pior é que nenhum foi ou está sendo convocado para as funções de Enfermeiros, Técnicos ou Médicos, mesmo tendo especialização para tais cargos.

A indignação de alguns desses convocados chegou ao limite do hilário, onde o “benefício” foi até apelidado de “PROMOÇÃO RABO DE CAVALO”, ou seja, PARA BAIXO!”


Com informações do Blog do Professor Chico

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Mais um policial vítima de bandidos

Nem mesmo aqueles que foram preparados para proteger a vida da sociedade com o risco de sua própria vida tem escapado da onda de criminalidade instalada no Distrito Federal


Mais uma vez um policial militar foi vítima de assaltantes que, de repente, perderam o respeito aos agentes da lei e da ordem. A impunidade e o destemor pelas leis tem sido o combustível para ações de meliantes contra policiais.

O sargento Cláudio Coutinho, lotado na Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), saía de casa as 06:35 horas para trabalhar quando foi abordado por dois homens armados que queriam sua arma, provavelmente já sabendo que o mesmo era policial. Ao tentar descer do veículo, os elementos efetuaram quatro disparos. Um dos disparos atingiu a cabeça da vítima de raspão, mas a bala chegou ficar alojada no couro cabeludo. Os outros dois acertaram os braços da vítima e o último atingiu o tórax do homem. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e conduzido para o Hospital Regional da Ceilândia (HRC).

Um email encaminhado ao blog revela a preocupação e revolta dos policiais com os últimos acontecimentos. Num dos trechos diz: “Só nesse ano já foram 6 policiais vitimados por pebas malditos, sem contar os que tiveram suas armas roubadas, casas invadidas, veículos furtados ou tomados por assalto e familiares ameaçados. Chega! É hora desse Secretário de Segurança tomar frente em defesa das classes policiais e mostrar a que veio, deixando suas teorias de bancos acadêmicos no seu gabinete e vindo ombrear conosco na rua atrás desses pebas miseráveis”.

Pelo visto, estamos próximo de uma grave crise que pode se instalar muito em breve se policiais resolverem fazer justiça com as próprias mãos. Essa semana já houve uma reunião entre os segmentos de segurança do DF e do país para que ações sejam implementadas com o objetivo de proteger os que protegem a sociedade.

E mais uma vez o policial baleado não estava fazendo “bicos”, como afirmou semana passada o Secretário de Segurança de que policiais estavam sendo vitimados por estarem exercendo funções extras nas suas horas de folga.

É hora de arregaçar as mangas e mostrar que Brasília tem Lei, e POLÍCIA também!

Por Poliglota...

Forças policiais se unem buscando melhorias na Segurança Pública

A preocupação dos operadores de segurança pública é com a falta de políticas para a área

Diversas entidades representativas dos profissionais de segurança pública realizaram, na última terça-feira (20), na sede do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal (Sindipol-DF), uma reunião para discutir a elaboração de uma pauta conjunta de discussões, ações e mobilizações das forças policiais.

A preocupação dos operadores de segurança pública é com a falta de políticas para a área. A percepção dos policiais, assim como a da sociedade, é de que há uma grande sensação de insegurança, o que exige uma discussão sobre um novo modelo de segurança pública. Além desse tema, a reunião abordou assuntos como o aumento da violência contra a sociedade e contra os policiais, a impunidade e a redução da maioridade penal.

Nas próximas semanas, as entidades sindicais e representativas de todos os Estados da Federação serão convidadas a participar das discussões. Também estão previstas para o mesmo período manifestações com o propósito de demonstrar a preocupação com a morte de policiais, com o aumento da sensação de insegurança e impunidade, com a falta de efetivo nas polícias, entre outros assuntos do interesse de todos. 

Participaram do evento o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), a Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a Federação Nacional dos Policias Rodoviários Federias (FENAPRF), a Associação Nacional dos Praças (Anaspra), a Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sul – (Feipol-SUL), a Federação Brasileira dos Servidores Penitenciários (Febrasp), o Sindicato dos Policias Federais no DF (Sindipol-DF), o Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias (Sindipen-DF) e o Novo Ciclo Policial – (NCP).


Fonte: Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Governo novo. Golpe velho

“Governador, respeite o povo!”(Alberto Fraga)

Os antigos já diziam que a traição é o elemento principal que faz girar a roda da política. Os apaixonados pelo assunto, entre os quais modestamente me incluo, sempre rebateram tais declarações com a força proporcional à verdade que serve de pano de fundo para tais afirmações.

Sempre afirmamos que esse modelo político é ultrapassado e que estamos, a muito custo, é verdade, conseguindo virar esta página na política nacional.
Para que não pensem que minhas palavras neste espaço são frutos de desagrados do momento, farei um resgate da campanha eleitoral que elegeu o atual governo de Rodrigo Rollemberg.

Um modelo já adotado em muitas cidades do país e do mundo, do transporte público gratuito, ou ao custo de R$ 1,0 (um real), pelo falo de ter sido lançado em campanha eleitoral recebeu por parte do então candidato e hoje governador o carimbo de “eleitoreiro” e “oportunista de um candidato desesperado para vencer a todo custo”.

Em contra ponto a uma ação, já comprovadamente testada em diversas cidades do mundo, o candidato hoje governador lançou como principal bandeira de campanha a promessa de eleição direta para administrador regional. Fato que não dependia apenas da vontade dele e do hoje seu governo, como ele bem já sabia e a sua equipe de campanha, também. Pois, como sabemos, não existe um escopo jurídico capaz de permitir tal “promessa de campanha” do Rodrigo Rollemberg.

Já no poder e consciente da impossibilidade do cumprimento de sua principal promessa de campanha, o governador eleito saiu-se pela tangente e “sacou do colete” a alternativa de ouvir as comunidades para que essas indicassem uma lista tríplice com seus escolhidos para ocupar as administrações regionais. Um paliativo, uma tentativa de reparação ao estelionato eleitoral da prometida eleição direta para administradores regionais.

Claro, e todos que andam pelas ruas e acompanharam as redes sociais no dia de hoje (20), após o anúncio dos novos administradores, já entenderam a tristeza com a qual sou obrigado a concordar com os antigos, aqueles que cito no início deste texto, de que a traição é  o elemento principal que faz girar a roda da política.

Mais do que as traições pontuais e pessoais, que não são menores e pelo contrário, doem à fundo, Rodrigo Rollemberg traiu a todos os eleitores que nele acreditaram e a na sua “promessa” de campanha que, como todos podem confirmar, mas se assemelham a um estelionato eleitoral.

Que fiquem as lições e que não sejam esquecidas em 2018 quando aparecerem os “messias” e os que pregam “economias de palitos” como políticas públicas. Como diz o deputado Alberto Fraga: “Governador, respeite o povo!”

Fonte: Blog do Professor Chico – Por Francisco Paula