sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

DESCULPAS, DESCULPAS E MAIS DESCULPAS QUE NÃO CONVENCEM MAIS AO ELEITORADO

Com todo respeito aos excelentíssimos deputados distritais que faltaram à votação hoje na Câmara Legislativa sobre o veto às tarifas de transporte público, mas como dizia minha falecida avó: “Agora Inês é morta”, que significa na expressão da língua portuguesa atual "não adianta mais". Geralmente a frase hoje é usada para expressar a inutilidade de certas ações.

Inúmeras desculpas serão apresentadas através de notinhas em redes sociais e páginas pessoais para justificar as ausências. Vão de doenças pessoais e de familiares, até a impossibilidade de reprogramar compromissos previamente assumidos, como até mesmo deixar a família sozinha numa viagem de férias.

Mas o tempo e a experiência nos ensinou que nem tudo que reluz é ouro. Se os interesses fossem inversos, deles distritais e não do povo, será que os esforços não seriam envidados para estarem presentes? Será que se a votação fosse mexer no bolso dos já polpudos salários, gratificações, planos de saúde, ajudas de custo e verbas de gabinetes, estariam eles ausentes?

Alguns estão tentando, a todo custo, livrar suas caras e a da própria “Casa do Povo”, induzindo o povo de que “agora a coisa mudou”. Novas práticas, novas caras na Mesa Diretora, novos compromissos. Até aí nada mudou, pois esses foram os discursos de outrora que apenas se repetem agora. Falam até de autonomia, mas quem disse que os poderes não são autônomos entre si? O que faltou até hoje foram COMPROMISSOS COM A SOCIEDADE e com o MANDATO que a própria sociedade os outorgou. Precisam entender que seus mandatos não lhes pertence e sim ao povo. Estão, apenas, deputados. Então que legislem em prol do povo. Sejam deputados do povo e não de governos.

Com o advento da tecnologia e o surgimento fantástico das redes sociais, a modernização e a aproximação do parlamento com o seu eleitorado se tornou uma realidade irreversível. Agora não dá pra entender porque alguns desses parlamentares ainda insistem em “mandar recados” quando podem fazer seus pronunciamentos diretamente aos interessados, seus eleitores, principalmente nas redes de WhatSaap, a mais utilizada por toda população e em conexão real.

Ora, primeiro que se não compareceram, mesmo com mais de uma semana de avisos antecedentes à sessão, que tenham a hombridade de serem honestos e falarem a verdade aos seus eleitores e não vir com desculpas esfarrapadas que não os convence mais. E se formos analisar nua e cruamente, cada um dos “faltosos” tinham um interesse particular aliado com o governo. Precisa citar mais detalhes?

Assisti numa rede social um desses parlamentares destratar um líder comunitário por questioná-lo e outro não ter a simples capacidade de responder a duas palavrinhas apenas: CONTRA ou A FAVOR! Que compromisso podemos esperar de parlamentares assim? E é bom que entendam que a vitória não foi deles e sim da população que os colocou na parede. A essa sim toda honra e mérito.

Mas como o tempo é o senhor da razão, 2018 está muito próximo. Engana-se quem acha que as campanhas eleitorais não começaram. Começaram sim e muito precocemente, mas com uma vantagem ao eleitor: Podem escolher com antecedência quem está sendo o joio e quem está sendo o trigo.

A única coisa que devemos fazer com bastante frequência é tomar muito “Fosfozol” e “Vitasay”, se ainda existirem no mercado, porque a memória jamais poderá falhar quando na sua frente estiver uma urna em 2018.

Grande abraço a todos,


Poliglota...

sábado, 7 de janeiro de 2017

FACÇÕES CRIMINOSAS: Um verdadeiro exército do mal que quer dominar o Brasil

Marcola, Fernandinho Beira-mar e Compensa, os reis do crime no Brasil

Uma semana de chacina em dois presídios foi o suficiente para que as autoridades brasileiras voltassem seus olhos para o sistema prisional no país e, principalmente, nas centenas de facções criminosas espalhadas por esses presídios e nas capitais.

Foram mais de 90 mortos, vítimas de guerras protagonizadas pelo poder entre eles próprios. Em Manaus 60 presos foram brutalmente assassinado e em Roraima 33 presos. O risco de algo similar ocorrer em cadeia pelo país afora não está descartado, já que agora cada grupo vai querer chorar e vingar seus mortos.


A realidade é praticamente a mesma em todos os presídios, com superlotação das casas prisionais, concentração de facções rivais, além da falta de efetivo. Não resta a menor dúvida de que o problema está na falta de políticas de longo prazo para o setor e o que vem sendo feito são apenas medidas paliativas que mudam a cada novo governo.



O Primeiro Comando da Capital (PCC), a poderosa facção paulista, a maior do Brasil, quer o Rio de Janeiro. Aliado ao Comando Vermelho a mais de duas décadas, rompeu acerca de pouco mais de um ano e agora querem avançar no terreno dos velhos sócios e para isso começaram cooptando aliados nos cárceres, centros operacionais e residência das cúpulas do crime no Brasil.

O PCC, cuja organização se assemelha cada vez mais a de uma grande corporação dispõe até de uma Diretoria de Relações Institucionais, comprovado através de mais de 1.500 grampos captados pela polícia em prisões de todo o país, entre fevereiro e outubro de 2016. A facção oferece uma mega estrutura aos seus “associados” como assistência jurídica, empréstimo de armas e drogas, apoio no Brasil todo e nos países vizinhos onde o PCC tem ramificações, e melhores condições na prisão, de TV de plasma à frango frito para o jantar.

PCC quer invadir o Rio de Janeiro em busca de espaço pelo país

Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, à frente do CV, e Marcos Willians Hermes Camacho, o Marcola, à frente do PCC, se tornaram homens procurados internacionalmente e ganharam notoriedade continental. A “Família do Norte”, conhecida pela sigla FDN, surgiu em 2006 da aliança entre dois ex-rivais do mundo do tráfico de Manaus. José Roberto Fernandes Barbosa, conhecido como “Compensa” e Gelson Carnaúba, o “G”, que dominava a região Sul de Manaus.

Mas quem são eles na real?

Marcola – Marcos Willians Herbas Camacho - Líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcola, 48 anos, nasceu na Vila Yolanda, em Osasco (SP). Órfão de mãe, não conheceu o pai e já roubava aos 9 anos, no Centro de São Paulo. Sua primeira condenação foi em 1987 por assalto à mão armada. Só foi preso em 1999 por participar de dois roubos a banco e cumpre pena em presídio de segurança máxima em Presidente Venceslau.

Fernandinho Beira-Mar – Luiz Fernando da Costa - Nascido em Duque de Caxias (RJ), Fernandinho Beira-Mar, 49, foi criado na favela Beira-Mar e é líder do Comando Vermelho (CV). Aos 20 anos, foi preso por furtar armas do Exército. Cumpriu pena, voltou à favela e tornou-se líder do tráfico. Para fugir da polícia, já se refugiou no Paraguai e se aliou às FARC. Foi preso em 2001 e cumpre pena de 200 anos em Porto Velho (RO).

Zé Roberto da Compensa – José Roberto Fernandes Barbosa Compensa, 44 anos, fundou a facção Família do Norte (FDN), de Manaus. Aos 12 anos iniciou a vida no crime e já foi preso quatro vezes. Compensa é o elo dos traficantes do Peru e da Colômbia com o Brasil. Já esteve preso em Porto Velho (RO) e Catanduvas (PR). Durante uma fuga, em 2013, matou dois comparsas que se aliaram ao PCC. Cumpre pena em Catanduvas (SC).

Facções, integrantes e arrecadações anuais

No Primeiro Comando da Capital (PCC), 29 mil é a estimativa de integrantes da facção em todo país com uma arrecadação próxima de 300 milhões de reais anuais. O Comando Vermelho (CV) tem cerca de 20 mil integrantes espalhados por todos os presídios do Brasil com quase 60 milhões arrecadados anualmente e a Família do Norte (FDN) tem 200 mil membros cadastrados em um sistema informatizado como se fosse um banco de dados e com senhas. A arrecadação anual está estimada entre 6 a 12 milhões de reais.

Como visto, temos um verdadeiro exército do mal espalhado pelo país inteiro nos presídios e se nenhuma ação efetiva e eficiente for tomada, muito em breve correremos o risco de ter os estados reféns dessas facções criminosas, se já não o são.

Da redação com informações da Istoé

Por Poliglota...

Violência: Mais um Policial Militar assassinado. Segurança Pública precisa tomar as rédeas

Estamos somente no sétimo dia do ano de 2017 e a criminalidade assusta a população. Depois do assassinato da professora no Gama, do idoso no Itapoã e do taxista em Brazlândia, o quarto latrocínio do ano foi registrado nesta madrugada de sábado (7/1) contra um policial militar

Nessa madrugada, enquanto a Polícia Militar prendia o suspeito de assassinar a professora Raquel, no Gama, mais um latrocínio acontecia entre Brazlândia e Taboquinha (GO). Dessa vez a vítima foi o Policial Militar do DF Luiz Carlos de Oliveira. Segundo apuramos, a chácara do policial foi invadida por um bandido que além de matá-lo com três tiros ainda levou sua arma.

Na quinta-feira (5) um taxista foi morto a tiros por um casal que se passou por passageiros para enganar a vítima. Eles anunciaram o assalto e exigiram dinheiro e o carro. Na quarta (4), uma professora morreu no Gama depois de ter o carro roubado. Ela foi atingida por um tiro no peito disparado Leandro Pereira (24 anos), conhecido como “canudo” e já identificado pela polícia.

Dados apurados pelos órgãos de segurança e divulgados no portal Metrópoles, mostram os índices de latrocínios registrados nos dois últimos anos. O levantamento identifica o dia da semana, a faixa horária e os locais onde os roubos seguidos de morte ocorreram com maior frequência.

Para se ter uma ideia de como anda a violência, no ano de 2015 ocorreram 187 tentativas de latrocínio e 46 óbitos em relação a 2016, onde os registros apontam para 262 tentativas e 42 óbitos consumados. Isso significa dizer que a cada oito dias uma pessoa é vítima de latrocínio na capital da república.


No ranking das cidades que mais registraram esse tipo de ocorrência, Ceilândia está em primeiro lugar, com 50 casos, somando 2 latrocínios e 48 tentativas. Na sequência, vêm Samambaia (7 e 28); Taguatinga (3 e 21); Gama (2 e 21) e Paranoá (2 e 19).

Repúdio

Enquanto os meios de comunicação do país estão voltados para os massacres internos de presos, fruto de guerras entre facções rivais como o PCC (Primeiro Comando da Capital, CV (Comando Vermelho) e FDN (Força do Nordeste) e o governo discute as indenizações às vítimas desses confrontos nos presídios de Manaus e Roraima, só no Rio de janeiro 9 policiais foram mortos e agora 1 policial em Brasília. Até o fechamento dessa matéria, nenhum meio de comunicação havia divulgado o fato.

A imprensa, principalmente as grandes mídias escritas e televisivas, resiste em divulgar esses dados estatísticos sobre o assassinato de policiais. As comissões de Direitos Humanos não se manifestam também a não ser nos casos onde o marginal, o bandido, aquele que por nada ceifa a vida do trabalhador e pai de família esteja sendo tratado como vítima. Agora o que mais preocupa é o “silencio institucional” acerca das mortes de policiais, algo realmente intrigante.

Enxugando gelo

As polícias, tanto a Militar como a Civil, têm feito sua parte mesmo com o reduzidíssimo efetivo que ambas dispõe. As políticas de segurança pública empregadas atualmente já se mostraram ineficazes, aliada à benevolência da justiça que tem permitido colocar nas ruas novamente o criminoso pego em flagrante e liberado nas Audiências de Custódia.

Segundo especialistas ouvidos pelo blog, a tendência é que essa elevação da criminalidade continue pelos próximos três meses, onde as férias de servidores vão proporcionar um maior fluxo de recursos e pessoas nas ruas da capital, como disse George Felipe de Lima Dantas, especialista em segurança pública.

De acordo com o portal Metrópoles que entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social para pedir dados oficiais detalhados sobre latrocínios, a mesma se recusou a divulgar as informações sob a alegação de que “a divulgação das manchas criminais pode gerar consequências para além da área de segurança pública, como, por exemplo, a discriminação dos moradores dessas áreas e a desvalorização imobiliária, entre outros problemas”. Isso é um completo absurdo.

Enquanto isso....

Da redação com informações do CB e Metropoles,

Por Poliglota...

EXCLUSIVO: Policiais Militares capturam suspeito de assassinar a professora no Gama

Numa ação conjunta de policiais militares do GTOP 31, viaturas de trânsito e serviço velado do 11º Batalhão de Samambaia, foi capturado agora a pouco o assassino da professora Raquel Costa Miranda, morta em frente um posto de saúde no Setor Central do Gama, Leia Aqui..

Na delegacia Leandro Pereira, 24 anos, conhecido como “Canudo”, negou que tenha atirado em Raquel e que a arma teria disparado após ela ter dado um tapa no revólver. No entanto, no local da prisão e em áudio gravado pelos policiais ele afirmou que atirara no peito da professora.

O assassino estava escondido numa chácara localizada na Ponte Alta Sul, próximo à Embrapa, na companhia de sua namorada e um casal de comparsas que estavam dando o suporte para a fuga. A arma do crime foi apreendida num local chamado Boa Vista, no Novo Gama e é a mesma que, supostamente, foi utilizada no crime.

Após roubar o veículo da professora e seguir rumo a cidade do Novo Gama, tomou conhecimento da repercussão do crime e, desesperado, resolveu incendiar o carro para apagar os vestígios, informando que seu objetivo era somente roubar as rodas do veículo.

Participaram da operação o ST Rinaldo, Sgt Barreto, Sgt M.Tavares, Cb Otávio e Sd Edílaine

Da redação,

Por Poliglota...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Ação eficiente: PMDF recupera 6 veículos furtados no mesmo dia



Num mesmo plantão, Equipe do GTOP de Ceilândia conseguiu recuperar seis veículos furtados

A Polícia Militar conseguiu recuperar, nesta quarta-feira (4), seis veículos roubados. No Sol Nascente, policiais do Grupo Tático Operacional do 8º Batalhão recuperaram quatro motos roubadas e na QNM 25 de Ceilândia e QNL de Taguatinga, a mesma equipe recuperou dois veículos roubados, um Fiat Strada e um Honda Civic.

Por volta das 17h15, os policiais receberam informações de GPS do local onde estava um moto roubada. Ao chegar no endereço, a equipe se deparou com um brejo e nada foi encontrado. Após um breve patrulhamento, eles suspeitaram de uma moto que estava em um lote fechado. Os policiais adentraram ao lote e encontraram quatro motos produtos de roubo/furto. As motos foram conduzidas à 24ª DP para providencias legais e restituição aos proprietários.

Às 21h50, o mesmo grupo tático recebeu informação da placa de um veículo Fiat Strada vermelho que havia sido utilizado no roubo de um Honda Civic prata, na QNL 21. Na QNM 25, os policiais avistaram o Strada suspeito. O carro tinha um ocupante e fez uma manobra diferenciada ao notar a presença da viatura policial. O Fiat Strada também havia sido roubado, às 10h20, desta quarta-feira (4). 

Na abordagem ao assaltante, foi dada a ordem de parada, momento em que ele fugiu em alta velocidade e, em seguida, abriu a porta e pulou com o carro ainda em movimento. O Strada colidiu com uma árvore e o assaltante foi preso.

Ao chegar na 23ª DP, os policiais se depararam com o proprietário do Honda Civic registrando a ocorrência do roubo. "No momento do assalto havia dois rapazes no carro Fiat/Strada, sendo que um deles desceu e me abordou com um revólver, anunciando o assalto e subtraindo o carro", relatou o proprietário do Honda Civic.

O assaltante foi reconhecido pela vítima e autuado por roubo e receptação de veículo. O Honda Civic foi encontrado pelo Gtop abandonado na QNL 16, em Taguatinga.

Gtop 28B: sargentos Arruda, Marco Antonio, Fabricio e Blune.

Da redação,

Brasília: A passagem mais cara do país graças ao governo Rollemberg

Seis capitais subiram as tarifas: Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Florianópolis, Salvador e Teresina. A mais cara delas é a de Brasília – R$ 5 em algumas linhas e no metrô.

O DF tem uma das tarifas mais caras do país – R$ 5 em algumas linhas de ônibus e no metrô (Foto: Gabriel Jabur/GDF/Divulgação)

Reajustes em passagens comuns chegam a 25%. Empresas e prefeituras alegam que os custos subiram.

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EXONERAÇÃO DE VICENTE PIRES FOI UM “DURO GOLPE” PARA RENATO SANTANA 

Entre o fim de 2016 e os primeiros dias de janeiro, seis capitais subiram as tarifas do transporte público: Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Florianópolis, Salvador e Teresina. A mais cara delas é a de Brasília – R$ 5 em algumas linhas e no metrô. Na capital paulista, o aumento não foi nos bilhetes unitários, mas na integração entre ônibus e metrô/CPTM e nos bilhetes mensal e 24 horas, que tiveram alta de até 50%.

Segundo levantamento feito pelo G1, mais de 30 cidades reajustaram as passagens. Em municípios da Grande São Paulo, por exemplo, a alta foi de quase 20%.

Alguns dos aumentos pelo país estão sendo questionados na Justiça. É o caso do Distrito Federal, onde a tarifa do metrô e de algumas linhas de ônibus passou de R$ 4 para R$ 5 – uma alta de 25%. O último reajuste tinha ocorrido em setembro de 2015. De lá até novembro de 2016, a inflação acumulou alta de 9,54%.



O novo reajuste foi anunciado numa sexta-feira, antes da virada do ano, e começou a valer na segunda-feira seguinte. A Secretaria de Mobilidade do DF diz que ele é necessário para acompanhar a elevação de custos do sistema e garantir gratuidades, como para idosos, estudantes e pessoas com deficiência.

A Justiça do DF pediu mais explicações. Em resposta a uma ação do PMDB que contestou o aumento, foi dado um prazo para o governo explicar as razões do reajuste da tarifa. Na ação, o PMDB argumenta que o aumento é abusivo por estar acima do reajuste do salário mínimo, que foi de quase 6,5%. O texto também questiona o prazo pequeno entre o anúncio e a mudança nas catracas.

Em Guarulhos, na Grande São Paulo, a alta de quase 20% foi suspensa pela Justiça, para que a população pudesse ter mais tempo para se informar sobre a mudança. O reajuste foi publicado em um dia e passou a valer no outro.

Saiba onde ocorreram os aumentos, por estado:

BAHIA

Em Salvador, a tarifa de ônibus metropolitano passou de R$ 3,30 para R$ 3,60 em 2 de janeiro. Foi uma alta de 9,09% em um ano. O último reajuste tinha sido feito em janeiro de 2016. No ano, a inflação deve fechar em 6,38%.

DISTRITO FEDERAL

Em 2 de janeiro, os valores passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (alta de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (aumento de 16%) em linhas metropolitanas “curtas”; e de R$ 4 para R$ 5 (reajuste de 25%) no restante das linhas, além do metrô.

ESPÍRITO SANTO

A passagem dos ônibus do sistema intermunicipal Transcol passou de R$ 2,75 para R$ 3,20 a partir de 1º de janeiro. O sistema atende as cidades da Grande Vitória: Vila Velha, Serra, Cariacica, Viana, Guarapari, Vitória e Fundão.

MATO GROSSO DO SUL

O reajuste em Campo Grande foi feito no dia 22 de dezembro. O valor da passagem das linhas convencionais e distritais de ônibus urbano subiu 9,23%, ficando em R$ 3,55, depois de uma disputa judicial.

No início de dezembro, um aumento da prefeitura tinha sido suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que questionou a metodologia usada para justificar a alta. O consórcio de empresas de ônibus recorreu da decisão, mas ela foi mantida pela Justiça. Depois, um conselheiro do TCE conseguiu derrubar a suspensão. Antes de entrar em vigor, a tarifa ficou alguns centavos mais cara do que o previsto inicialmente, após pedido feito pelo consórcio.

MINAS GERAIS

Em Belo Horizonte, os valores subiram nesta terça-feira (3). A tarifa predominante passou de R$ 3,70 para R$ 4,05 – um aumento de 9,45%. Considerando todos os tipos de passagem, o reajuste médio foi de 9,04%.

Em Coronel Fabriciano, Timóteo e Ipatinga, houve um reajuste de 11,8%, e o valor ficou em R$ 3,80.

Em Pouso Alegre, a tarifa urbana passou de R$ 3 para R$ 3,20 (alta de 6,66%). Nos trajetos rurais, foi de R$ 4 para R$ 4,50 (alta de 12,5%).

Na cidade de Lavras, a nova tarifa ficou em R$ 3,30 – alta de 10%. Em Poços de Caldas, o reajuste foi de 9%, e a tarifa urbana passou de R$ 3,30 para R$ 3,60. O reajuste foi de 9%.

PARANÁ

A cidade de Londrina alterou o valor das passagens no primeiro dia do ano. Elas passaram de R$ 3,60 para R$ 3,80 – alta de 5,5%.

PIAUÍ

Em Teresina, foi confirmado nesta quinta-feira (5) um reajuste de 20% na tarifa de ônibus, que passará de R$ 2,75 para R$ 3,30, mas o valor para os estudantes vai continuar congelado em R$ 1,05. A mudança deve começar a valer na sexta (6).

SANTA CATARINA

As tarifas subirão 11% em 8 de janeiro em Florianópolis, ficando em R$ 3,90 (pagamento com dinheiro) e R$ 3,71 (com cartão).

Em Joinville, a passagem fica 8,1% mais cara a partir de 9 de janeiro. Custará entre R$ 4,00 (antecipada) e R$ 4,50 (embarcada).

SÃO PAULO

Na capital paulista, a tarifa simples de R$ 3,80 não sofrerá aumento. Mas o valor da integração ônibus e Metrô/CPTM vai subir de R$ 5,92 para R$ 6,80 (alta de 15%) a partir de 8 de janeiro. Também ficarão mais caros outros tipos de bilhetes:

– Bilhete 24 horas (comum): vai aumentar de R$ 10 para R$ 15
– Bilhete 24 horas (integração): vai aumentar de R$ 16 para R$ 20
– Bilhete mensal (comum): vai aumentar de R$ 140 para R$ 190
– Bilhete mensal (integração): vai aumentar de R$ 260 para R$ 300

Em Guarulhos, passará de R$ 3,80 para R$ 4,50 (alta de 18,4%). A frota tem mil veículos.

Em outras cidades da Grande São Paulo, como Barueri, Mauá, Santo André, Osasco e Carapicuíba, o valor teve reajuste de 10,5%, ficando em R$ 4,20.

Em Francisco Morato, a alta foi de 17,1% e a tarifa chegou a R$ 4,10. Em São Caetano do Sul, a passagem começou a custar R$ 4,10 em dezembro, o que significa um aumento de 10,8%.

cidade de Campinas reajustou em 18% a tarifa, que passará a custar R$ 4,50 no próximo sábado (7). As integrações – quando o usuário usa o Bilhete Único em mais de uma linha em até duas horas – deixarão de ser gratuitas. As segundas integrações (embarque no terceiro ônibus) terão uma taxa de R$ 0,30.

Em Guarujá, no litoral de SP, o preço sairá de R$ 3,20 para R$ 3,70, o que representa uma alta de 15,63%.

* Colaboraram: G1 BA, G1 DF, G1 ES, G1 MS, G1 MG, G1 SC, G1 SP, G1 PI e G1 PR. - Informa Tudo DF

ALEXANDRE GARCIA: Banho de sangue


Multiplique por três o número de mortos no presídio de Manaus. É muito, é escandaloso? Pois 164 mortos é a média diária de homicídios no Brasil. E isso não nos escandaliza. Reagimos quando acontecem no mesmo lugar. Ou quando ocorre a invasão de uma casa em Campinas no réveillon por um tresloucado a matar todos, inclusive o próprio filho de oito anos. O banho de sangue não é apenas o do presídio manauara; é o dia-a-dia do nosso país tropical, habitado pelo brasileiro cordial de que falou Sérgio Buarque de Hollanda.

Foi uma guerra entre facções. O PCC, importado de São Paulo para a Amazônia e a FDN – a Família do Norte – que mostrou quem manda, matando 56 integrantes do grupo inimigo. A polícia decidiu não intervir, por decisão sábia do Secretário de Segurança, um delegado federal. Se interviesse, seria responsabilizada pelas mortes, tal como no Carandiru, em 1992, em que os PMs foram condenados a mais de 600 anos de prisão. A síndrome do Carandiru poupou a polícia de mais um ônus, embora já a estejam criticando por não intervir. Paga por ir e paga por não ir.

Aliás, é incrível essa nossa preferência por bandidos e nossa antipatia em relação à polícia. Paradoxalmente, reclamamos da falta de segurança. Parece uma posição psicótica. Aos noticiarmos a ação de bandidos, não poupamos para eles adjetivos elogiosos. “Numa ação audaz, assaltaram o carro forte”; ou: “Quadrilha especializada em explosão de caixas eletrônicos”. No país de amedrontados e amadores, audaz e especializado são elogios raros, em geral reservados para bandidos, nas nossas páginas e microfones. Em vez de quadrilha de ladrões de automóveis, a notícia sai assim: “Quadrilha especializada em roubo de automóveis.” Os bandidos agradecem e devem pôr os recortes na parede.

O povo está acuado e amedrontado. As autoridades recomendam que não reajam. A lei desarmou as pessoas de bem, impedindo o elementar direito de defesa e dando tranquilidade ao bandido, enquanto a polícia carece de meios e de apoio dos governos e dos meios de informação. As leis, feitas por nossos representantes, mais parecem ter sido feitas por representantes de foras-da-lei. Depois do presídio de Manaus, ainda há quem sugira soltar condenados, por causa da superlotação. Pois os que estavam no semi-aberto levaram as armas que mataram.

Só tem um lugar em que o bandido pára de assaltar e matar: atrás das grades. Para isso, é preciso perguntar de que lado estamos. Pois o banho de sangue pode aumentar.

Por Alexandre Garcia

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Criminalidade em alta. População está amedrontada

A onda de violência que está tomando conta das ruas da capital tem deixado a população em polvorosa

Os furtos e assaltos estão na liderança dos crimes praticados por bandidos. Os crimes contra o patrimônio foram os que mais cresceram ano passado em relação à 2015. Segundo dados publicados pelo Portal Metrópoles, os roubos a residência subiram 37,2%. Mais de 820 casas e apartamentos foram alvos dos assaltantes, praticamente dois crimes por dia.

Em seguida vem os furtos e roubos a veículos. Esse tipo de crime se acentuou pela modalidade adotada pelos bandidos de utilizarem os veículos produtos de furto ou roubo para a prática de novos crimes, abandonando-os ou incendiando-os depois. Em 2016 foram 11.850 furtos em veículos.


Impunidade

A impunidade é um dos fatores que contribuem para o aumento desses tipos de crimes e da própria criminalidade. Crimes dessa natureza são solucionados pela Polícia Militar praticamente a cada 4 horas e os marginais são presos, apresentados à justiça e em questão de horas estão novamente nas ruas cometendo os mesmos crimes.

Conversamos com o professor da Universidade Católica de Brasília, ex-policial militar e especialista em segurança pública, Nelson Gonçalves de Souza, que disse que na cabeça do marginal está valendo a pena cometer este tipo de crime. A falta de uma resposta satisfatória à sociedade pela justiça acaba favorecendo os criminosos. Como os crimes de grande potencial como homicídios e latrocínios (roubo seguido de morte) é dada uma atenção maior, a própria sociedade não se preocupam em efetuar os registros de ocorrências por não acreditarem na eficiência do Estado em respondê-los. 

Secretaria de Segurança explica os números

A secretaria de segurança afirmou que fez um levantamento das regiões que apresentaram os maiores índices desses crimes de roubos e furtos e intensificou o policiamento nesses locais. Cidades como Planaltina, Brasília, Santa Maria, São Sebastião, Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, além da Estrutural, atingiram um índice superior a 65% dos roubos e furtos, principalmente a pedestres. 

Além da secretaria de segurança, outros órgãos se movimentaram com o objetivo de dificultar as ações criminais, como a CEB que iluminou vários locais ermos que facilitavam a prática dos crimes e com isso tentar levar à população a sensação de segurança. 

Associação comercial do DF culpa Rollemberg pela violência

Segundo o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), Cléber Pires, a má gestão do governo Rollemberg tem sido um dos pilares da violência desenfreada que assolou sobre Brasília. Ano passado os comerciantes reunidos chegaram ao ponto de buscarem uma alternativa jurídica para obrigar o governo e a Secretaria de Segurança a investirem na segurança dos comércios, que só nos últimos 16 meses já tiveram centenas de empresas fechadas.

“Não aguentamos mais ser vítimas de tantos assaltos e violência contra o setor produtivo e não temos alternativa que não seja, por meio de uma medida judicial, obrigar o Estado a nos resguardar com o direito de termos segurança destinada a funcionamento do comercio”, disse Cléber Pires.

Crime violento no Gama

Professora Raquel deixa dois filhos pequenos
O assassinato brutal da professora Raquel Costa Miranda, 41 anos, no Gama, quando saía de um Posto de Saúde onde tinha ido marcar uma consulta para sua filha de 5 anos, causou comoção na cidade. Um único tiro que entrou pelo ombro esquerdo, atingiu o coração e saiu pelas costas do lado direito foi o responsável por ceifar a vida da professora, segundo o médico do Posto que a atendeu antes da chegada dos bombeiros.

Segundo testemunhas que presenciaram o latrocínio, a professora saía do Posto de Saúde nº 5, localizado no Setor Central do Gama, quando percebeu um criminoso tentando furtar seu veículo, um Fiat Uno. Ao dar o alrme, o marginal abordou a vítima, disparou sua arma e pegou a chave do carro fugindo em direção ignorada.

Agora à noite a 14ª DP informou que o assassino já está identificado, porém seu nome não foi divulgado para não atrapalhar as investigações. Sabe-se que o suspeito é negro, com cerca de 1,75m e já é bastante conhecido pelas polícias de Brasília e do Goiás. O veículo foi localizado em chamas num condomínio em Novo Gama, cidade do entorno.

Da redação,

Por Poliglota...